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CONTEÚDO 01 DE 03

Não basta afirmar “eu sei o que penso” ou “eu tenho um ótimo bom-senso” – Esse foi um erro quase fatal em minha vida, e é um grande problema na vida de muita gente hoje.

Por um tetraplégico chamado Adriano Lachovski
Da República Federativa Comportamental de Curitiba


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Generalizando... Eu sei...

Quando acredito que todo mundo deveria pensar e reagir como eu. Reduzo o mundo em apenas dois tipos de personalidades. A minha e a do resto que não me entende. (Adriano Lachovski)

Antes de qualquer coisa, nós precisamos aprender sobre nós mesmos! Vai por mim! 

 

Ao entender você mesmo, você entende aquilo que está ao seu redor e pode modificar aquilo que deseja. O autoconhecimento é tudo!


Por isso eu acho uma declaração de incompetência, quando eu vejo vídeos de “autoridades instantâneas de coaching na internet”, ensinando os “cinco passos” de como lidar com um cliente difícil.


Putz! Difícil é o psicólogo ou o coach que não possui conhecimentos de si próprio e muito menos de como funcionam os diferentes perfis alheios.


É como gostar de carros, saber dirigir e lavar bem um carro e querer ser um mecânico, que nem sabe analisar, diagnosticar e identificar o que está quebrado ou que tipo de intervenção
será necessária em um motor, quando precisar de reparos.”


Eu sou taxativo nisso porque sofri muito por essa falta de conhecimento profundo de mim e dos outros. Você entenderá melhor ao ler o resumo da minha história logo ao final desses conceitos iniciais. Para que fique bem claro a enorme e indiscutível importância do autoconhecimento.


Aprenda como ser um especialista em interpretar dados oriundos de conhecimentos e plataformas multidisciplinares (testes, avaliações e um agregado de outras ciências) e tenha estratégias completas de como lidar com cada tipo de perfil. É tão óbvio que desde o início, há doze anos que eu aplico.


Tirando algumas anormalidades e disfuncionalidades cerebrais que afetam a mente do ser humano (que são atribuições dos psicólogos e psiquiatras), fora isso, não existe cliente difícil.


#Existe cliente mal avaliado comportamentalmente, porque depois de juntar muitos dados relevantes de seu cliente, dar todas as informações necessárias sobre o processo E SABER O QUE FAZER com ele, o cliente estará bem mais propenso em passar pelo processo e isso facilita seu trabalho, DESDE QUE VOCÊ SAIBA O QUE ESTÁ FAZENDO E NÃO FALTE NENHUMA PARTE.


#Ou você é um especialista em gente ou um mero aplicador de Análise SWOT , técnicas SMART, CRIE – PE, Técnica 5W2Hs e um Plano de Ações, para atingir um objetivo...
Sempre repetindo – apesar de básico, já é bom, mas os seres humanos estão muito precisados de autoconhecimento e inteligência emocional para gerenciarem suas emoções.


#O mais importante no desenvolvimento ou transformação humana, é INSTRUIR (sim, pode e deve instruir) e ajudar a aumentar o nível de Autoconsciência de seu cliente, pra depois dessa indispensável base e sustentação, eles terem autonomia e capacidade para produzir pensamentos diferentes...


#A consequência e a grande recompensa é obter resultados diferentes, para fazer qualquer coisa. NÃO HÁ COMO TER RESULTADOS DIFERENTES, USANDO OS MESMOS PENSAMENTOS E CAMINHOS NEURAIS (sinapses)... Vou demonstrar melhor sobre isso nos próximos conteúdos.

Dou aqui o meu próprio exemplo: - Quando eu sei o que penso e decreto que sou uma pessoa boa e de muito bom-senso, pode ser uma visão distorcida e não representar a realidade do meu comportamento...

 

Era o que acontecia comigo, mesmo com 135 de Q.I. – Quociente de inteligência cognitiva.


E ainda...


Espero que o mundo se ajuste aos meus moldes de pensar, pois sei analisar (sob meu ponto de vista do meu tipo de perfil) o que é certo ou errado, sendo inflexível em boa parte das vezes, ao defender a certeza da minha razão em detrimento da felicidade geral de todos.


CUIDADO! Quando experimenta a raiva em doses pequenas de veneno “esperando que o outro morra”... Essas pequenas e recorrentes frustrações, provavelmente são resultado de algo que contraria as expectativas e o ponto de vista de seu perfil sobre determinado acontecimento ou situação em relação aos outros perfis.


Portanto não importam as circunstâncias ou os acontecimentos, e sim, o que você percebe, registra e reage emocionalmente sobre o que acontece com você.
 

A capacidade de escolher reagir a um estímulo externo adequadamente, depende do grau de autoconhecimento mais inteligência emocional bem desenvolvidos que possa quebrar padrões negativos de personalidade para permitir alguma mudança ou transformação no SER humano.


Essa estrutura forma a base de sustentação comportamental, que possibilita dialogar e debater com o outro sem saltar para suposições e conflitos desnecessários, levando em profunda consideração, as certezas e razões dos outros vários tipos de perfis e padrões de pensar e funcionar. Em todos os momentos do dia, em qualquer lugar, com qualquer pessoa em qualquer circunstância.


Quando tenho um bom autoconhecimento, terei um autogerenciamento eficaz e tão poderoso sobre mim, que isso facilitará entender e gerenciar até as emoções dos outros.


As pessoas deixarão de parecer difíceis, se você possuir os devidos conhecimentos à respeito de saber como lidar com cada uma delas.

 

Todo desenvolvedor  humano deveria aprender a criar base de dados sobre o mapeamento comportamental de seu cliente ao avaliar (não fazer julgamentos subjetivos) e saber como ajudar e se relacionar com os vários tipos modelos mentais.


Depois de aprender sobre as motivações e vícios emocionais inconscientes de cada ego, entenderá que cada modelo mental “grita” demonstrando quem é o tempo todo.
 

É preciso você compreender o seu tipo e o dos outros, e aprender a escutar conforme o que o outro quer dizer, a partir da personalidade dele, e não como você consegue interpretar, devido aos filtros do seu próprio perfil.


O desenvolvedor humano, tem OBRIGAÇÃO de aprender sobre si e os mais variados tipos de perfis comportamentais. Faz sentido pra você?

É preciso criar novos circuitos neurais através das neurotransmissões para formar novas sinapses, afinal, tudo que acontece de bom ou de ruim em sua vida é você quem está promovendo através de seus pensamentos e das suas neuroassociações e registros emocionais.


Sabido isso, sem entrarmos a fundo nesse importante tema, mude seus pensamentos e faça psiconeuroassociações positivas, dissociando recompensas irreais para reais.

 

Substituindo maus hábitos em bons hábitos e crenças limitantes em crenças apoiadoras e fortalecedoras, adote um padrão positivo de vida e modelo mental com estratégias de pensamentos positivos e otimistas.


São essas estratégias de funcionamento e por que tipos de pensamentos são gerados que é mister que se faça uma avaliação completa e multidisciplinar para entender como é o modelo mental de seu cliente, como funciona e por quais motivações os pensamentos são comandados.


Acontece que dá muito trabalho, muita pesquisa, muitos estudos, testes e validações, pra se estar cinco ou dez anos a frente da concorrência no mercado.

 

Eu já fiz todo esse trabalho e não paro nunca.

 


Falar que o menos é mais, faz sentido ao economizar encheção de linguiça e até pode ser interessante em muita coisa, onde precisa ser mais objetivo e direto, sem rodeios.


Essa máxima jamais se aplica quanto ao fazer uma análise comportamental onde o intuito é realizar um mapeamento por completo do cliente.

 

- Espera-se de resultado, a reunião do máximo de pontos comportamentais possíveis.


- Espera-se a maior quantidade possível de dados comportamentais, pois servirão como referência muito segura do que deve ou não ser trabalhado.


- E principalmente para se ter a melhor compreensão de cada perfil, para se definir a aplicação de uma estratégia exclusiva que mais represente o avaliado, que melhor possa servir de que caminho seguir.

 

- Ganha-se tempo e economiza-se dinheiro, e os resultados são sustentáveis e pra vida toda.


Faça o que é certo, não o que é mais fácil...

 


Depois de 12 mil horas em atendimentos individuais e 753 avaliações e devolutivas que já fiz ao longo da minha carreira como coach comportamental 360º...

...


Posso afirmar que o cliente fica geralmente embasbacado, geralmente tomado de um olhar arregalado, as sobrancelhas sobressaltadas, os lábios pressionados, e naquele instante, inquieto, ele só enxerga você e pensa:


“P.Q.P.” Eu Quero a Ajuda Desse Coach! Puxa vida! Como é possível que esse coach, consegue entender mais e melhor de mim que eu mesmo!


A minha intensa história de vida, creio ser bastante qualificadora para o que eu faço hoje...


O engraçado é, o que menos eu tinha e me faltava, que era a inteligência emocional, antes de ficar tetraplégico, é o que tenho de melhor em mim AGORA.

 

Virou e mexeu, se tornou a minha especialidade hoje em dia...  Ensinar a treinar a mente das pessoas e a reeducar comportamentos 360º baseado em dados e estratégias deentro de um método extremamente confiável, e dotá-las dessa imprescindível inteligência emocional em um curto espaço de tempo.


Principalmente pelo fato de entender que não precisamos aprender algo, melhorar algum aspecto em nossa vida ou nos transformar, motivados somente quando uma dor inesperada ocorrer, como aconteceu comigo...

 


O bacana e legal é buscar um equilíbrio, o desenvolvimento ou transformação pelo prazer em si, de ser uma pessoa melhor a cada dia.


Amo isso tudo, gosto de me servir como exemplo e poder passar toda essa minha experiência com legitimidade e mais propriedade, agregando muito mais valor no aprendizado para os meus alunos.


O meu próprio exemplo demonstra sem dúvida alguma, que isso é totalmente possível. Se eu consegui, COM TODAS AS MINHAS LIMITAÇÕES... Sinceramente você conseguirá também.

 

Eu acredito em você! E você?

 


Qualquer um pode se tornar um expert especialista em comportamento humano, e o atalho mais rápido para você aprender como fazer isso, é ter um método pronto em que você como desenvolvedor humano, consultor ou líder, ao se sentir impactado primeiramente, confirmará o que informei até agora e ainda vou informar. 


Ao perceber a profundidade e importância, porque experimentou e deu certo com você, isso te motivará e te fortalecerá a replicar um método que realmente impacta e impressiona, pois passou por ele e isso te dá legitimidade e energia tão grandes, que passarão confiança e segurança pra você e seu cliente ao aplicar essa avaliação e devolutiva e as estratégias, porque terá certeza que funciona e é diferente de tudo que já viu e aprendeu, e principalmente porque funcionou com você.

 


Esse é um dos Assuntos para o próximo conteúdo...

 


Se você quiser tudo isso pra você e para os seus clientes, sugiro fortemente que além de ler e me acompanhar nesses três conteúdos, participe respondendo nos e-mails com suas dúvidas, sugestões ou deixe seus comentários.

 

Essas atitudes incentivam e me motivam a fazer mais e melhor pra você!


Fique atento, vou te enviar o mais breve possível o próximo conteúdo!


 

Valeu! Fique atento ao seu e-mail e até breve!


Adriano Lachovski

Leia atentamente cada um desses 24 Depoimentos abaixo, dos mais de 846 que recebi ao fazer uma campanha de pesquisa no Facebook para qualquer um que se interessasse por esse título - ANALISE SE VOCÊ É UMA PESSOA DE SUCESSO -

 

Eram 8 perguntas numa avaliação simples, usando somente o básico na identificação de cada um dos 4 perfis da metodologia DISC TetraCoach e dando um relatório sucinto de meia página em vídeo, no qual eu respondia de modo exclusivo, mas bem objetivo sobre o perfil: ...EXECUTOR, COMUNICADOR, PLANEJADOR ou ANALISTA de cada um.

 

 

Eu quero CHAMAR SUA ATENÇÃO, que com apenas a identificação de perfil e uma só dica de desenvolvimento, sem cruzamento de algoritmos, sem demais pontos comportamentais, e sem todo a estrutura de conjunto de estratégias da SAC360º - Sessão de Avaliação Comportamental Multidisciplinar e Nível de Inteligência Emocional, que faz parte da Formação & Mentoria diretamente comigo...

 

Bem... Aquele tão pouco de análise e dados, impactou de modo até que me surpreendeu, pelos que se interessaram, fizeram e deram depoimentos extremamente motivadores conforme você pode conferir logo abaixo.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A História de um garoto que aos seis anos de idade, saltou de um telhado com um lençol amarrado no pescoço, pensando que voaria como o Bataman...


Eu sou o Batman do lençol, prazer! Mais vulgarmente conhecido por Nano, mas pode de chamar de Adriano Lachovski, filho de um extraordinário padeiro. o ucraniano, Felix Lachovski, e da minha grande professora e "estrebuchada, vocífera convulsiva, mas amada, louca e maravilhosa",  cheia de amor no coração, a camareira de hotel, e alemã, Noemia Danker.

 

Sou pai de Aline, Camila e Júnior... Três maravilhosos filhos... Nasci em família rica de exemplos e princípios de honestidade, empenho, garra, perseverança, alegria, união, simplicidade, e tantos outros valores que também, só entendo agora.

 

Eu tive infância e adolescência adoráveis, recheadas de muitas boas histórias pra contar... Com pitadas de malaguetas de confusões, erros, acertos e uma intensidade profunda de viver e aproveitar a vida. (que só agora eu sei que esse meu padrão de perfil comportamental é o mais difícil de ser reconhecido). 

Aos três anos de idade, mergulhei nas profundezes da curiosidade, ao subir em cima da tampa de um poço de água que tinha na minha casa, para pegar um martelo, e caí uns três metros e meio de altura até encontrar água.

 

Por minha sorte, consegui me agarrar na parede de tijolos, onde calmamente eu escutava minha mãe lá em cima, com a sutileza que lhe era peculiar, a minha querida mãezinha, estrebuchando e aos gritos, vociferando convulsivamente por causa daquela situação delicada.

 

Depois dos acessos emocionais iniciais, típicos do perfil dela (ah se eu soubesse sobre perfis comportamentais naquela época!). Ela desceu o balde amarrado a uma corda, entrei dentro, e fui içado com segurança. 

Aos cinco anos de idade, acreditei ser uma boa ideia, me balançar no rabo do cavalo, que o Seo Pereira, vizinho, deixava amarrado no poste de luz para pastar, em frente a minha casa, enquanto não pegava carretos.

 

Estava muito divertido as duas primeiras balançadas. Mas só pra mim. Porque parece que o cavalo se sentiu incomodado e me deu uma patada de esquerda, um pouco acima da minha vista esquerda, bem próximo da minha sobrancelha.

 

Nesse momento, até voei um bocadinho para trás (acho que minha vontade de voar, veio dessa experiência). O cavalo decidiu que era hora de me afastar e procurar um balanço, que costumeiramente as crianças mais normais, usavam.

 

Mas eu não tinha nenhum balanço em casa. 

 

Lembro que fiquei muito chateado... A minha única camiseta com um ursinho desenhado, ficou cheia de sangue. Lá veio ela, com a sutileza que lhe era peculiar, a minha querida mãezinha, novamente, estrebuchando e aos gritos, vociferando convulsivamente por causa dessa (outra) situação delicada... E pra piorar, isso impressionou tanto a minha mãe, que ela desmaiou ao me ver daquele jeito.

 

Logo ela se recompôs, me juntou nos braços e depois de correr comigo por umas dez quadras sem parar, buscou ajuda na casa do Doutor Luís, que era médico e dono de um pequeno hospital ali perto. Sei que foram muitos pontos na testa e a camiseta com o ursinho, acabou fazendo falta por um bom tempo. 

Devido a muitos e-mails que recebi e de mensagens que me deixaram muito feliz e honrado, acabei retocando algumas coisas nos conceitos sobre perfis comportamentais e me empolguei a fazer uns breves relatos a mais em minha história.

 

 

Quem já leu antes esse primeiro conteúdo, perceberá essas pequenas adições. Tem muitas mais situações delicadas e outras situações gerais a serem contadas. Vou escrever um livro completo com minha história, vai ser muito bom fazer isso. 

 

 

...
Desde já, é interessante ressaltar que pela infância muito a vontade, largado e com excesso de liberdade, ganhei muita criatividade, porém , sem imposição de limites e com excesso de autoconfiança, arriscava demais e não tinha medo de quase nada.
 

Aos 8 anos, quando estava frio, eu vendia bolinhos de carne feitos por uma vizinha, e no verão, eu vendia picolés.

 

No início dos anos 70, com apenas 9 anos de idade, tive a felicidade de fazer parte de um grupo de ginastas e fui campeão em várias modalidades.


Fizemos parte dos precursores desse difícil e majestoso esporte em Curitiba/ Paraná e no Brasil.

 

Parei aos 15 anos para começar a trabalhar.

 

Até hoje em dia, essa nossa Turma da Ginástica

se reúne algumas vezes no ano, dada a união

que sempre tivemos. Foto antiga de parte da

Turma... Eu de vermelho e o Johans de preto.


Em algum momento, tivemos ou vamos ter um Mentor, e no meu caso foi o professor de Educação Física, Johans Melcherts Gustavo. Um chileno muito a frente de seu tempo.

 

Que teve a coragem de prospectar e buscar montar uma equipe de elite, em um esporte nada conhecido na época e com atletas oriundos de uma escola municipal de Curitiba.

 

Até hoje cultivo uma grande admiração e amizade pelo Johans.


Ao retornar do serviço obrigatório do exército depois de passar o ano de 1980 servindo no Batalhão da Guarda Presencial em Brasília...

 

E vou contar apenas uma façanha...

 

No PELOPES (Pelotão de Operações Especiais) só 30 voluntários malucos eram aceitos.


Saltamos de um caminhão a 55 quilômetros por hora. Não podia quebrar o fuzil e com 40 Kg de traia nas costas, a missão era permanecer vivo com a mínima quantidade de ossos quebradas.


De volta a Curitiba em meados de1981, comecei a trabalhar no antigo banco Bamerindus...

 

Lugar onde tive grandes oportunidades pelo fato de ter sido atleta, em que ganhei o prêmio de campeão nacional de atletismo em setembro de 1982, num maravilhoso encontro nacional promovido pelo banco.


O que me rendeu além de um belo troféu, uma interessante promoção como funcionário e grandes amigos até hoje.


Em 1983, apesar de nunca ter sido o primeiro lugar da turma na escola, coloquei toda minha paixão em ser um Agente de Polícia Federal e acabei sendo o primeiro lugar no concurso aquele ano.

 

Foi demais... Nunca vou esquecer!


Foram anos maravilhosos e eu era realmente apaixonado pelo que eu fazia. Apesar de todo o perigo, era o melhor emprego do mundo.

 

O meu Q.I. o quociente de inteligência cognitiva era de 135, e foi o responsável por me possibilitar passar em primeiro lugar no concurso, mas foi meu déficit de Q.E. Quociente de inteligência Emocional - onde a ansiedade, o estresse descontrolado e atitudes precipitadas – foram as responsáveis por minha demissão involuntária em 1991.

 

As maiores besteiras que cometi, foi por falta de autoconhecimento e falta de Inteligência Emocional.


Eu tenho um perfil de empreendedor (I+D ou Comunicador + Executor), sempre gostei de negociar, criar coisas novas e fazer as coisas muito bem feitas. Isso facilitou eu iniciar um negócio quase do zero.

 

Uma transportadora que atuava, primeiro somente dentro do perímetro urbano de Curitiba, em seguida, passamos a atender duas cidades...

E doze anos depois, em 2002, já atendíamos 350 cidades no Paraná e São Paulo.


Eu era muito pobre e digamos que fiquei milionário...

 

Ao longo de minha vida, fiz coisas extraordinárias com resultados muito expressivos, mas era no piloto automático, eu não tinha uma escuta ativa, agia com impulsividade, não tinha um autoconhecimento suficiente para perceber até onde eu poderia ir, ou arriscar.

 


Além de perder a paciência de vez em quando e explodir ferozmente, eu tinha certeza de que eu tinha muito bom senso e entre razão e felicidade, eu defendia com unhas e dentes a razão...


Fora as minhas tomadas de decisões que às vezes eram comprometidas e acabavam sendo até ingênuas... Essas atitudes minavam e acabavam destruindo o que eu construía com tanto empenho e determinação.

 

E todo meu Q.I. de 135, não conseguia entender isso.

 

 


E foi no ápice de minha vida pessoal e profissional, aos 41 anos, que minha vida mudou para nunca mais voltar ser a mesma.


Vítima de uma pessoa descontrolada e do meu próprio descontrole. Fui baleado. Fiquei tetraplégico. E assim continuarei para o resto de minha vida -- podendo movimentar apenas meu pescoço, e parte de meu braço esquerdo.


Sem poder me mexer, muito menos trabalhar, eu não tinha a menor motivação, e tudo era muito estranho e difícil de entender e aceitar.

 

Se antes eu já não me conhecia quando tinha tudo, imagine agora, depois dessa tragédia? Era uma mente mais perdida e super confusa em um corpo inerte e inaceitável. Resultado: desespero, desesperança.


As contas não pararam de chegar. Com minhas crianças ainda pequenas, as reservas financeiras logo secaram. A minha empresa que vendi, também não recebi e se amontoaram ainda mais dívidas e processos na justiça...

O desespero bateu!

 

 


Entorpecido por uma profunda depressão, cheguei ao fundo de todos os poços possíveis.

 

Sem a menor vontade de chegar vivo na parte da tarde e depois de ter perdido tudo, arranjado uma baita confusão pra todo mundo, e por fim acabar depositado sobre uma cama de volta à casa de minha mãe...

 

Achando que minha família estaria melhor sem mim, atentei contra minha própria vida. Não uma ou duas vezes. Mas por diversas vezes!


Falhando em consumar o fato, e sem ter com quem contar, cheguei ao ponto de contratar e pagar um empreiteiro despachante pro além.

 

Você só está lendo essa minha história, porque já não se encontram empreiteiros do além comprometidos como antigamente, pois ele nunca voltou para fazer o serviço.


Naquele momento percebi que era incapaz até pra morrer, e como eu não tinha escolha, fui obrigado a viver. E já que eu viveria, decidi que viveria pra valer. Intensamente. 
 

Mas tinha um problema... Aprendi com as desgraças, que não há nada que não possa ficar pior... Resultado: tornei-me PhD em Resiliência e hoje transformo tudo para o positivo, sou otimista, e fico pouquinho no negativo, voltando logo ao positivo. 

 


Embora eu tivesse adquirido este desejo, de ser feliz outra vez, eu estava dominado por uma profunda depressão. E, apenas ter uma atitude positiva em relação a vida, pouco resolveu.


Fiz terapia. Tomei remédios. Troquei de terapeuta. Troquei de remédios. No final eram mais de 60 comprimidos antidepressivos e 30 gotas de Rivotril (medicamento psicotrópico mais vendido no Brasil) diariamente.

O fato é que nada parecia adiantar! Aos poucos, os pensamentos suicidas voltavam.

"O suicida é uma criatura sem mais esperança e pensa que não pertence a mais nada e não tem mais função nesse mundo. Só vai desistir de se suicidar quando perceber que não quer se livrar de sua vida... E sim... Quer se livrar dos problemas, que por falta de autoconhecimento e resiliência, não sabe como lidar com eles."

 


Naquela época eu não sabia, mas a minha vida estava prestes a mudar. Desta vez, para muito melhor!


Após intenso autoquestionamento (fui coach de mim mesmo sem saber), decidi que, muito logo, contaria minha intensa história como palestrante.

 

E essa história, teria de ter um final feliz Porra! Então dei uma de doido, Assumi Autorresponsabilidade Total Por Tudo e principalmente por ser quem eu melhor pudesse ser, apesar de estar tetraplégico. Afinal, eu estava no lucro com as horas extras que decidi viver. 

 

 


A partir de então, comecei a procurar por alternativas que, ao contrário dos remédios, me devolvessem o prazer pela vida.

 


Foi aí que eu me esbarrei com livros e artigos que, basicamente, diziam que assim como um computador, o cérebro humano também poderia ser reprogramado, mas antes era necessário ter conhecimentos mais amplos sobre meus pensamentos, minhas reações e comportamentos.

 

E isso só seria possível me auto-observando diuturnamente.


Dizia também que a chave para substituir os comportamentos e os sentimentos indesejados, estava em reprogramar algumas recompensas não reais por reais, ressignificando meus registros emocionais, juntamente com associar ou dissociar as neuroassociações existentes e outras coisas mais.


Lógico que eu não entendi nada e minha reação instantânea foi de desdém, eu era muito cético!


Mas o fato é que naquele momento eu tive de fazer uma escolha:


Passar o resto do dia olhando para o teto, como fazia todos os dias até que a morte chegasse;


Ou...


Deixar o ceticismo de lado e estudar aquele material todo que encontrei.
Sem ter o que perder, escolhi a segunda.


Pois bem...


Eu devorei aquele material e aquilo tudo fez muito sentido para mim!


Pela primeira vez, desde meu acidente, senti que havia encontrado um caminho.
A partir dali, eu comecei a estudar outras áreas do comportamento humano. Como análise transacional, EFTs, Mindfulmess, Psicologia Positiva, Pensamento Quântico, PNL e, até mesmo, as teorias de Nietzsche, Jung e Freud. Comecei a ler livros, pesquisas e artigos científicos; comecei a assistir vídeos e a participar de eventos pela internet. Isso todos os dias, 10 horas por dia.


Eu me dediquei intensamente a pesquisas e aos estudos.

 

Mas, mais do que isso, a praticar tudo aquilo que aprendia. Cp = C + H + A – Competência é igual a Conhecimento +Habilidades + Atitude... O GRANDE ERRO É SE PREPARAR DEMAIS E NÃO ENTRAR EM AÇÃO COM EMOTIZAÇÃO. Nunca espere pela vontade chegar pra levantar a bunda da cadeira...

 

Levanta, dá uma de doido e comece o impossível, por uma pequena parte do possível, daí a vontade é capaz de se instalar em sua mente... 


Eu apliquei e experimentei diversos métodos, técnicas e ferramentas em mim mesmo. Muitas não fizeram tiveram o efeito desejado, é claro, isso dependerá de cada tipo de perfil. É como cada tipo de doença... Pra cada uma existe um remédio certeiro. Não adianta remédio para o fígado se o seu problema for de pulmão. Eu vejo muito esse erro ser cometido por a ao quererem bancar especialistas somente através de livros e olha lá. 

CUIDADO! É preciso avaliar em que nível o padrão de modelo mental está instalado. Qual o grau e intensidade desse nível?  

 

Por isso que algumas coisas não tiveram efeito... Foi devido ao meu conjunto de temperamento e padrão de perfil comportamental ou em que grau fazia parte de mim.  

 

Tudo que entrava  em sintonia de energia e frequências iguais às minhas, conforme meu perfil, possibilitaram transformar a minha vida.

 

 

É isso que quero passar pra você. 

 

Esse foi um enorme aprendizado...

 

Os diferentes padrões de modelos mentais, necessitam de diferentes estratégias (remédios) multidisciplinares

(várias químicas ou vitaminas) para um mesmo problema (um mal - quantidade conforme o nível de estágio).


Bem... Eu não apenas saí da depressão... Como passei a ser mais grato do que nunca.


Finalmente, larguei todos os remédios.

 

Comecei a inspirar e expirar agradecendo a Deus por estar vivo. Parei de ter pena de mim mesmo e passei a ter orgulho de ser autorresponsável por tudo.

 

"Gosto de dizer que não estou feliz por ter me tornado um tetraplégico, lógico que não, mas estou super feliz, por ter me tornado a pessoa que sou hoje, apesar de ser um tetraplégico".

 


Orgulho de ser quem eu sou! Infelizmente foi pela dor e através do autoconhecimento, que eu entendi quem eu era, como eu pensava.

 

Aprendi a diferença entre fato e crenças, como eu funcionava e com tantos dados sobre mim, foi a primeira vez em minha vida que comecei a me autogerenciar em todos os sentidos.

 

 

Sem dados, não há gerenciamento de nada!

 


Veja… eu sou muito mais do que meus movimentos… Eu tenho uma mente fantástica, sinapses que me permitem melhorar cada dia mais meu modelo mental... Ser cada vez mais congruente entre o que penso, sinto, falo e faço.


Eu sou aquilo o que desejo e escolho SER! E hoje, eu me AUTOGERENCIO e sou responsável por tudo a minha volta, principalmente meus resultados!


Apesar de todas as minhas limitações físicas, eu controlo os meus sentimentos. Eu, Adriano Lachovski, sou extremamente feliz!


Bem...


E foi aí que começou a maior de
todas as minhas aventuras!


Eu decidi que outros não precisariam passar pelo o que eu passei, para descobrir o que eu descobri.


Desconfiado de que a chave para qualquer sucesso -- financeiro, físico ou emocional -- estava em primeiro lugar, fazer uma avaliação e mapeamento do meu perfil (e olhe que foi meia boca na época), o que fez com que eu tivesse dados suficientes para me descobrir e me reconhecer mais tarde, através de um autoconhecimento profundo.


Isso foi o fator determinante para aumentar o meu nível de autoconsciência, alinhar o inconsciente ao consciente, e assim adquirir inteligência emocional.


A partir daquele momento passei a experimentar um prazer gigantesco pela vida e frequentemente experimentava um delicioso estado de FLOW (puro gozo mental de viver).


O engraçado é que eu tinha que tomar muito cuidado com minhas exteriorizações das minhas sensações de euforia pela vida, pois a maioria das pessoas não entendiam como é possível que um tetraplégico fodido, que perdeu tudo, não se mexe fisicamente, vive em uma cama e ainda diz estar feliz assim?

Prova de que ser Feliz é uma escolha de vida, independente de QUALQUER COISA externa ou condições  em sua vida. 


Comecei ajudando os bêbados, problemáticos e renegados de meu bairro, (fazia uma fila nas escadas – tipo Chico Xavier) lá por 2005 e 2006... Uns 2 anos antes de eu ser um coach AUTODIDATA.

 

Passei então a me dedicar a ajudar outras pessoas totalmente de grátis, e hoje é que entendo o quanto isso foi importante pra mim.


Troquei de papéis...

 

Deixei de ser pessimista e precisado de ajuda, e passei a ajudar os outros... Fiz muito bem a muita gente, mas a recompensa maior foi o retorno em dobro de toda a ajuda que proporcionei. 

 

Feliz aquele que aprende o que ensina... Todo coach deveria buscar essa legitimidade de SER o que ensina defende.
 

O resultado dessa experiência?


Fiquei maravilhado em ver pessoas, antes perdidas, recuperarem suas vidas. Eu realmente havia descoberto sem querer, algo poderoso, que transformou um ex-moribundo infeliz como eu, imagina quem tem limitações apenas mentais?
 

Bem… mbti Aos poucos minha nova paixão, se tornou minha profissão. Sem saber, eu estava sendo o pioneiro em processos de coaching comportamental no Brasil, e mesmo no exterior, onde a pluralidade de ciências e técnicas eram aplicadas.


Isso tudo começou há 12 anos. E desde lá, ajudei dezena de centenas de pessoas a tomarem o controle de suas vidas, de seus destinos.


Eu ajudei executivos a superarem as metas de suas organizações...

 

Atletas a performarem ao seu máximo e aspirantes a empreendedor a tirarem suas ideias do papel e até a ganhar o prêmio nacional de Jovem Empreendedor do Ano, como foi o caso do Daniel Tertuliano de São Paulo em 2012.


Mais recentemente, depois de mais de 11 mil horas e doze anos de longa prática, passei a ensinar toda minha metodologia e todas as minhas práticas, formando e mentorando quem nunca foi coach, quem tinha pouca experiência ou mesmo que tivesse bastante experiência e estudado em todas as escolas.


Passaram por minha Formação e Mentoria em coaching comportamental 360º, psicólogos cognitivos comportamentais, psicólogos positivistas, sociólogos, filósofos e muita gente humanista, do bem. Fico honrado por essa grandiosa oportunidade de troca tão altiva.


Ajudei pessoas riquíssimas de dinheiro, porém carentes de felicidade a, finalmente, sentirem prazer pela vida! Bem como, pessoas simples e extraordinárias na busca por serem melhores do que já são. Casamentos dados como perdidos, serem restaurados.

 

Pessoas que mal conseguiam enfrentar um vestibular a passar em primeiro lugar em medicina em Campinas e depois passar também na USP, e hoje, sete anos, foi uma das poucas escolhidas dentre candidatos do MUNDO INTEIRO  a fazer parte de uma pós super concorrida na Inglaterra. 
...


E por pessoas antes desacreditadas, renascerem para vida com propósitos muito maiores que elas.


Aprendi muito em todos estes anos, e hoje quero deixar uma mensagem sobre o Sucesso, seja o que o Sucesso represente pra você!


Sucesso é acordar de manhã e agradecer profundamente por estar vivo e ter um dia inteiro à sua disposição para escrever sua história.


Não importa quem você seja, não importa em que condições se encontre, nem onde você esteja. Tanto faz se você é velho ou se é jovem, pobre ou rico, preto ou branco, doente ou sadio, homem ou mulher ou gay, se é graduado em Harvard ou se só fez o primário em uma pequena escola municipal.


Tanto faz se pode sair da cama sozinho por suas próprias forças ou precisa ser ajudado por mais pessoas, como eu.


Porque existem coisas muito importantes para fazer hoje e que você ama fazer, nas quais você acredita sem ter a menor dúvida e diz pra você mesmo: Uauu! Eu sou uma pessoa completa e extraordinária!


Sou extremamente bom no que faço! Seja em que for que você faça. Algo que é maior que você, que você quase não aguenta esperar para fazer hoje.


E quando chegar ao final do dia poder refletir e pensar...

 

VALEU A PENA, ESTOU FELIZ E ORGULHOSO DE MIM, ESTOU GRATO POR HOJE, AMANHÃ TEM MAIS!


Como tetraplégico posso afirmar que a pior deficiência não está na falta ou paralisação de algum membro ou dos movimentos.

 


A pior deficiência pode estar em seus pensamentos, principalmente daquele que ano após ano, continua parado sem entrar em ação, sem mover um dedo se quer em direção alguma, apesar de todas as condições favoráveis para isso.


Se acreditar sempre, quase sempre será possível; se não acreditar, sempre será impossível.


É preciso saber viver e não apenas existir, para que essa vida tenha um sentido e algum propósito para sua existência plena e orgulhoso por sua missão cumprida, poder dizer em alto e bom som:

 

Realmente Valeu a Pena!


Adriano Lachovski


Proibido a reprodução parcial ou total do conteúdo sem autorização prévia. Todos os direitos reservados a TetraCoach 360º - 2018.

CONCLUSÃO: COLOCAR O SAIA DA NTUIÇÃO E SAIBA O QUE FAZERRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRR

 

Há quase 15 anos eu já aplicava um conjunto de perguntas para avaliar subjetivamente a inteligência emocional de meus clientes e ninguém fazia isso, nem no exterior. 

Só agora começaram a entender que sem dados não há como ser 

 

 

Todos Nós temos nós temos histórias para contar... Você deve contar a sua... A Sua história é muito importante.

Hoje, vou contar um resumo da Minha História, que tem tudo a ver com o Conteúdo Especial sobre Avaliação de Perfis Comportamentais - Modelos Mentais e Conceitos Práticos

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